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Tuesday, March 22, 2011

Chevrolet mostra o conceito que poderá servir de inspiração para a próxima S10

Ficou bem robusta e bonita a nova Colorado. Quem dera se fosse a nossa nova S10...

A sucessora da S10 (nos EUA), ganhou uma traseira maior e com opção de cabine estendida

No início do Mês, a Chevrolet mostrou o esboço da nova Colorado, Daí, os brasileiros logo se interessaram pela picape conceitual, que antecipa as formas da substituta da véia S10. Ontem (estamos atrasados) , 21 de março, a Chevy revelou imagens oficiais da picape, pra alegria de quem gosta de caçambas!

A Colorado tem porte musculoso e linhas que acompanham as tendências de estilo presentes nos lançamentos mais recentes da Chevy. Estão lá a grade frontal dividida por uma barra horizontal e os faróis parecidos com outros modelos, como o SUV que vem nos captivando (Captiva). O visual imponente é ressaltado pela profusão de vincos espalhados pela carroceria.

O interior parece estar pronto para ganhar a linha de montagem. O acabamento tem qualidade bastante superior ao da "véia" S10 e segue o padrão de suas futuras rivais, que se aproximam mais de um automóvel de passeio que o de um utilitário.

O motor que equipa a Colorado é um 2.8 TurboDiesel, que não teve suas especificações reveladas pela Chevy.

E se for para inspirar a nossa S10? Que seja assim neh? Mas... uma curiosidade: Com a Nova S10, ainda teremos Blazer (lógico)? Ou ela ficará com a cara da Colorida (e não, eh Colorado)?

Thursday, March 10, 2011

Genebra 2011: Suzuki mostra versão esportiva do Swift

Este é o Suzuki S-Concept, versão esportiva do nem tanto pequeno Swift
Bancos de couro revestidos em amarelo e preto
Pouca gente lembra do Swift, o pqueno Suzuki que a japonesa trouxe nos anos 90. Naquela época, o compacto contava inclusive com a versão esportiva GTI. Mais de 20 anos depois, os holofotes se voltam para o Swift S-Concept, concebido para resgatar a imagem esportiva da marca japonesa.

O desenho moderninho do Swift ficou ainda mais agradável com a adição de vários acessórios, incluindo um kit aerodinâmico composto por novos para-choques, suspensão rebaixada, saias laterais e aerofólio traseiro. Além destas mudanças, a carroceria é 60 mm mais larga e 30 mm mais baixa que a versão convencional.

A chamativa pintura amarela perolizada é outra exclusividade, formando um belo contraste com as rodas de liga leve de 18 polegadas tingidas de cinza. Na parte interna, o volante e o painel de instrumentos foram desenhados apenas para o conceito. Os bancos do tipo concha carregam a assinatura da Recaro e alguns componentes do console central são feitas de fibra de carbono, conferindo um ar bastante esportivo para o compacto.

A Suzuki não revelou detalhes da motorização usada no S-Concpet, limitando-se a dizer que o carro conta com transmissão manual de seis velocidades e tração dianteira. É difícil saber se a montadora tem planos de transformar este belo conceito em realidade. Mas... sonhar não custa nada, hein?

Wednesday, March 9, 2011

Genebra 2011: Ford exibe minivan derivada do New Fiesta

O segmento das minivans compactas faz sucesso em vários países, inclusive na Europa. A Ford está decidida a entrar nesta acirrada categoria, e apresenta o conceito B-MAX, que pretende bater de frente com outras minivans consagradas, como a nova geração da Opel/Vauxhall Meriva.

Construído sobre a plataforma do New Fiesta Hatch, o carro se destaca pelo desenho arrojado, fruto da tendência de estilo Kinetic. Os faróis afilados e a enorme tomada de ar dianteira, presente em quase todos os lançamentos da Ford, chamam atenção na dianteira da B-MAX.

Olhando de lado é que se percebe a maior ousadia dos projetistas da marca. A ausência da coluna “B” indica que há algo de diferente na abertura das portas: o acesso ao banco traseiro é realizado por duas portas corrediças, que facilitam o entra-e-sai, principalmente em lugares com pouco espaço.

A minivan segue o conceito de downsizing – que usa motores de menor cilindrada e mais eficientes, tanto em desempenho quanto em consumo – ao adotar o propulsor EcoBoost 1.0 de três cilindros. Equipado com injeção direta de combustível, turbocompressor e comando independente de válvulas, ele proporciona potência e economia de combustível. A transmissão é automática de seis velocidades e possui embreagem dupla, tornando os engates mais rápidos e precisos.

Tuesday, March 8, 2011

Genebra 2011: Conheça o conceito Tex, o Volks de Giugiaro

Poderia ser nosso Gol G6 ou G7, não acha?
O estúdio ItalDesign Giugiaro cultiva uma parceria muito bem sucedida com a Volkswagen há anos. Para o Salão de Genebra, a marca alemã encomendou dois estudos de estilo que prometem fazer bastante sucesso.

Um deles é o Tex, definido pelos projetistas como “one interpretation of the Volkswagen sport of tomorrow - uma interpretação do VW esporte de amanhã”. O hatchback de linhas modernas lembra um pouco alguns modelos vendidos atualmente no mercado europeu, como o Honda Civic em sua versão sem porta-malas saliente.

O Tex Concept é equipado com um propulsor 1.4 dotado de turbocompressor e uma bateria de 85 kW. Quando usados simultaneamente, o conjunto entrega um torque máximo de 40,80 mkgf. Se o condutor preferir, ele pode rodar até 35 quilômetros apenas com o auxílio da eletricidade.

A cabine do Tex tem os instrumentos voltados para o motorista, como em um cockpit de carro de competição. Curiosamente, ao contrário da grande maioria dos carros-conceito exibidos em Genebra (e em outros salões mundo afora), o interior do VW parece pronto para produção. O volante com base achatada e o desenho diferenciado do console central mostram o potencial dos desenhistas italianos.

É difícil saber se o Tex pode deixar de ser um mero estudo de estilo um dia. Mas não seria nada mal se a Volkswagen decidisse usar o hatch como inspiração para as futuras gerações do Golf GTI ou até mesmo o Gol...

Monday, March 7, 2011

Genebra 2011: O Tata elétrico

Depois do espanto com o Nano, agora vem o elétrico Pixel
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Dois anos atrás, a Tata espantou o mundo com o Nano, o carro mais barato do mundo, que do nada pegava fogo e deixava os donos com o cérebro em chamas.

Agora, a Tata apresenta o Pixel, que ainda é um carro-conceito, mas oferece soluções criativas que podem ser aproveitadas nos futuros modelos da marca. Uma delas é o prático sistema de esterçamento das rodas traseiras, que viram as rodas em direções distintas para facilitar a árdua tarefa de estacionar o carro em vagas apertadas. Outro item digno de destaque diz respeito às grandes portas, que têm abertura asa-de-gaivota, como nos esportivos da Lamborghini.

O compacto é equipado com o My Tata Connect (什么? - O quê?), um sistema que promove a integração do smartphone ou tablet do usuário com vários programas que equipam o veículo. O tablet do proprietário pode ser encaixado em um suporte no painel, transformando o equipamento em uma tela sensível ao toque que controla as funções. Além de exibir informações referentes ao comportamento do carro, é possível ter acesso aos controles do ar-condicionado, regulando a temperatura e a intensidade da ventilação.

O motor que impulsiona o Pixel é um 1.2 de três cilindros, movido a diesel e com turbocompressor. O compacto ainda conta com pneus com várias tecnologias concebidas para diminuir o consumo de combustível, incluindo pneus com baixa resistência ao rolamento, tecnologia start-stop e carregamento inteligente da bateria.

Saturday, March 5, 2011

Genebra 2011: Já imaginou? Um Rolls-Royce elétrico?

Este é o Rolls-Royce 102EX Electric Concept

Dúvido1 Você já imaginou um Rolls-Royce elétrico?

Bancos de couro marrom e o painel na qualidade Rolls-Royce

A onda dos carros elétricos começa a atingir até quem nunca imaginamos que poderia fabricar um veículo movido a bateria. Ou alguém já pensou que algum dia veria um Rolls-Royce elétrico? Isso! A marca de luxo britânica também já está na moda eletrificada.

O 102EX ainda é um estudo, mas reflete a preocupação da marca com uma palavra cada vez mais ouvida pelos arredores dos salões internacionais: sustentabilidade. Mais do que uma amostra do que a marca pode fazer, o 102 EX foi criado para ajudar a empresa a “find the appropriate technology to move the cars of the future" (encontrar a tecnologia adequada para mover os carros do futuro), citando as palavras do próprio CEO da Rolls-Royce, Torsten Müller Ötvös.

O carro-conceito foi construído sobre a base do RR Phantom, que ganhou o sobrenome Experimental Electric. Seu motor 6.7 V12 e a transmissão de seis velocidades foram substituídos por um par de motores elétricos com 145 kiloWatts cada, instalados na traseira.

O torque é de 81,60 mkgf e, como em todo veículo elétrico, está à disposição assim que se pisa no acelerador. Uma curiosidade fica por conta da bateria de íon/lítio, composta por 96 células elétricas montadas cuidadosamente com a forma de simular o formato do motor e da transmissão.

Quanto ao desempenho, a Rolls-Royce informa aceleração de 0 a 100 km/h em menos de 8s e velocidade máxima limitada a 160 km/h. A marca não revela se o 102EX será realmente produzido. Tudo depende da aceitação do público que passar pelo Salão de Genebra e da reação da imprensa especializada.

Friday, March 4, 2011

Genebra 2011: Mitusubishi mostra o sucessor do Colt, o GSC

Este é o possível sucessor do monovolume Colt

O carro é chamado de GSC (Global Small Concept)
De olho no segmento B, a Mitsubishi lançou, no Salão de Genebra, o carro-conceito GSC (Global Small Concept), que nada mais é do que a o modelo que dará origem ao sucessor do Colt. O compacto, que será produzido na Tailândia, será equipado com motor de três cilindros, à gasolina, e sua produção terá início apenas no ano que vem.

A princípio, o veículo, que apresenta design moderno e alinhado à proposta da marca, será disponibilizado nas versões com 1 litro e 1,2 litros, com transmissão manual ou automática do tipo CVT. Além disso, terá também a tecnologia start-stop e freios regenerativos.

Com o lançamento do GSC, a Mitsubishi abre suas portas para o mercado dos carros híbridos, próximo foco da montadora japonesa. Além disso, encerra a fabricação do Colt na Europa, modelo que, segundo a japonesa, não terá sucessor.

Thursday, March 3, 2011

Genebra 2011: Quem dera se nossa Kombi fosse assim

Em 2001, um projeto parceido com este "tentou" substituir a Kombi


Painel bem chamativo, é o  destaque da Bulli

Em 2001, a Volkswagen apresentou o carro-conceito Microbus (repare na foto do link ao lado, a Microbus é bem parceida com a Bulli), uma reinterpretação da clássica Kombi que infelizmente não passou de um mero concpt-car. Exatamente dez anos depois, a marca está disposta a se redimir com a New Bulli, que já desponta como séria candidata a estrela do Salão de Genebra.

O protótipo foi concebido para ser um veículo prático e espaçoso, mas preocupado com a sustentabilidade. Equipada com um motor elétrico que produz 85 kW (kiloWatts), a Bulli conta com assistência de uma bateria de íon com capacidade de armazenamento máxima de 40 kW. Tanta tecnologia se traduz em uma autonomia de 300 km com uma única carga. Segundo a VW, caso seja necessário recarregar, o processo leva menos de uma hora se realizado em postos de recarga especialmente projetados para carros elétricos.

O desempenho da Bulli também não decepciona. A fabricante informa que a van acelera de 0 a 100 km/h em pouco mais de 11 segundos e atinge a velocidade máxima de 140 km/h, limitados eletronicamente. A VW diz que o protótipo pode ser equipado com motores de pouca cilindrada e projetados para serem econômicos.

Quanto ao design, as referências à antiga Kombi estão por todos os lados. A lembrança mais marcante, no entanto, está na dianteira: trata-se do V que divide a pintura do carro em dois tons, que foi atualizado nesta nova versão.

Ainda que a Bulli não tenha alguns elementos clássicos que equipavam as primeiras Kombi, a equipe de Walter de Silva conseguiu projetar um veículo que combina a nostalgia do passado com as tendências do estilo Volks para o futuro. Uma solução criativa encontrada pelos designers é o desenho dos faróis de neblina: arredondados, eles lembram o formato dos faróis de sua ancestral.

De lado, o teto elevado com a parte acima da linha de cintura pintada de branco aproximam a Bulli da antiga Kombi. O mesmo acontece com as rodas de 18 polegadas, cujo desenho foi inspirado nas calotas cromadas da Volkswagen. O ar de veículo utilitário, no entanto, faz parte do passado. A Bulli ganhou status de minivan, principalmente pela ampla área envidraçada, que inclui até janelas de formato retilíneo nas colunas “C”.

A traseira segue o estilo minimalista que caracteriza o design alemão. As clássicas lanternas verticais (que cresceram de tamanho com o passar das gerações) foram trocadas por peças horizontais equipadas com LEDs. Os elementos retangulares, presentes na maioria dos lançamentos da marca, também marcam presença. O toque final é o nada discreto logotipo VW na tampa do porta-malas.

Por dentro, novamente o conceito de “menos é mais” dá as caras. O volante de apenas dois raios e o enorme velocímetro fazem o motorista voltar no tempo, tamanha a semelhança com a Kombi (ou T1, como chamavam os alemães). O banco também é interiço, oferecendo espaço para três ocupantes.

O lado futurista da Bulli aparece no console central, que possui um iPad que faz o papel de tela multifuncional. Além de contar com aplicativos que permitem acesso rápido à Internet e a uma vasta biblioteca de músicas e arquivos digitais, o tablet da Apple exibe funções como os sistemas de Bluetooth e navegação por satélite (GPS). Até os comandos de ventilação e ar-condicionado foram integrados ao iPad. O sistema de som, por sua vez, carrega um nome de respeito: ele foi projetado pela Fender, a fabricante de instrumentos musicais preferida de Jimi Hendrix.

Se você estranhou a falta de itens mais prosaicos, como o conta-giros e a alavanca de câmbio, a própria Volkswagen explica: enquanto o tacômetro é dispensável em automóveis equipados com motor elétrico, a manopla do câmbio foi trocada por um interruptor que liga o motor e seleciona as marchas que fazem o carro andar para frente ou para trás. Outro botão seletor controla o sistema de iluminação externa.

A modularidade é outra característica das minivans presente na Bulli. Os bancos da frente podem ser parcialmente rebatidos, enquanto que o banco traseiro é rebatível. Nesta configuração, a capacidade volumétrica do porta-malas salta para 1.600 l. Mas se a intenção é acomodar pessoas, não há problema: os bancos do veículo podem ser totalmente reclinados, como nas antigas Kombis, que já serviram de moradia sobre rodas para muitas famílias.

Wednesday, March 2, 2011

Genebra 2011: Minivan Renault "R-Space" arrasa em visual moderno

Modelo usa a nova identidade frontal da Renault

Com design ousado, O R-Space arrebenta em modernidade

Comparado com os carros de hoje em dia, o painel da R-Space parece mais "vazio"
A Renault foi uma das primeiras montadoras a investir nas minivans com a Espace, em 1984, que concorria com a Grand Caravan. Com tanta tradição neste segmento, os franceses apostam mais uma vez nas famílias com a R-Space, por enquanto apenas um carro-conceito, mas que pode inspirar futuros modelos.

Definido pela montadora como um “family vehicle sport”, o monovolume chama atenção pelo design moderno, notado em elementos como a grade proeminente, as portas com abertura “suicida” (em lados opostos) e as lanternas com LED. As rodas de 21 polegadas podem ser grandes demais para um carro voltado para o transporte familiar, mas são aceitáveis em um carro-conceito.

O interior é moderno e foge do lugar comum - literalmente. A parte da frente da cabine é arrojada, com traços futuristas típicos de um carro-conceito. O banco de trás, no entanto, é diferente de tudo que já se viu até hoje. Ou alguém está acostumado com um assento formado por 27 pequenos cubos que lembram presentinhos de Natal?

O motor que equipa a R-Space é um três cilindros de 900cc, que entrega 110 cv e torque máximo de 16,30 mkgf. Segundo a Renault, a minivan acelera de 0 a 100 km/h em 11 segundos e atinge a velocidade máxima de 200 km/h. Quando o assunto é economia de combustível, a R-Space não decepciona: o consumo médio de combustível é de 30 km/l.

Monday, February 28, 2011

Genebra 2011: FF, A Ferrari polêmica

Faróis da FF lembram a do esportivo 458 Italia.

“Se a Porsche lançou um SUV, nós também temos o direito de inovar”. Provavelmente foi este o pensamento da Ferrari ao desenvolver a FF (Ferrari Four), carro-conceito que deve causar polêmica no Salão de Genebra (do dia 3 a 13 de março).

O carro surpreende pela configuração um tanto esquisito entre os modelos da Ferrari. Trata-se de um cupê de quatro lugares, mas com formas que lembram um hatchback (ou até mesmo um crossover, SUV). Na Europa, esta configuração é chamada de shooting brake.

A -FF- foi desenhada pelo estúdio Pininfarina (muito conhecido em carros Ferrari) e herdou traços de outros veículos da marca, como a 458 Italia (faróis quase que idênticos). O carro é o primeiro equipado com tração integral nas quatro rodas, batizada de 4RM (pronúncia-se FourRáiMi, ou Four Rai Me). Segundo a empresa de Maranello, os engenheiros italianos projetaram a FF, que significa Ferrari Four, de modo a ter uma distribuição de peso praticamente ideal, com 53% do peso total sobre o eixo dianteiro.

O veículo é equipado com um motor 6.2 com injeção direta de combustível, que entrega 660 cv a quase 8000 rpm. De acordo com a Ferrari, a FF acelera de 0 a 100 km/h em quase 4 segundos. A velocidade máxima não foi divulgada pela Ferrari. O conceito conta ainda com a transmissão sequencial de sete velocidades, com trocas por meio de borboletas e tecnologia vinda das pistas de Formula 1.