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Saturday, March 5, 2011

Genebra 2011: Já imaginou? Um Rolls-Royce elétrico?

Este é o Rolls-Royce 102EX Electric Concept

Dúvido1 Você já imaginou um Rolls-Royce elétrico?

Bancos de couro marrom e o painel na qualidade Rolls-Royce

A onda dos carros elétricos começa a atingir até quem nunca imaginamos que poderia fabricar um veículo movido a bateria. Ou alguém já pensou que algum dia veria um Rolls-Royce elétrico? Isso! A marca de luxo britânica também já está na moda eletrificada.

O 102EX ainda é um estudo, mas reflete a preocupação da marca com uma palavra cada vez mais ouvida pelos arredores dos salões internacionais: sustentabilidade. Mais do que uma amostra do que a marca pode fazer, o 102 EX foi criado para ajudar a empresa a “find the appropriate technology to move the cars of the future" (encontrar a tecnologia adequada para mover os carros do futuro), citando as palavras do próprio CEO da Rolls-Royce, Torsten Müller Ötvös.

O carro-conceito foi construído sobre a base do RR Phantom, que ganhou o sobrenome Experimental Electric. Seu motor 6.7 V12 e a transmissão de seis velocidades foram substituídos por um par de motores elétricos com 145 kiloWatts cada, instalados na traseira.

O torque é de 81,60 mkgf e, como em todo veículo elétrico, está à disposição assim que se pisa no acelerador. Uma curiosidade fica por conta da bateria de íon/lítio, composta por 96 células elétricas montadas cuidadosamente com a forma de simular o formato do motor e da transmissão.

Quanto ao desempenho, a Rolls-Royce informa aceleração de 0 a 100 km/h em menos de 8s e velocidade máxima limitada a 160 km/h. A marca não revela se o 102EX será realmente produzido. Tudo depende da aceitação do público que passar pelo Salão de Genebra e da reação da imprensa especializada.

Friday, March 4, 2011

Genebra 2011: Mitusubishi mostra o sucessor do Colt, o GSC

Este é o possível sucessor do monovolume Colt

O carro é chamado de GSC (Global Small Concept)
De olho no segmento B, a Mitsubishi lançou, no Salão de Genebra, o carro-conceito GSC (Global Small Concept), que nada mais é do que a o modelo que dará origem ao sucessor do Colt. O compacto, que será produzido na Tailândia, será equipado com motor de três cilindros, à gasolina, e sua produção terá início apenas no ano que vem.

A princípio, o veículo, que apresenta design moderno e alinhado à proposta da marca, será disponibilizado nas versões com 1 litro e 1,2 litros, com transmissão manual ou automática do tipo CVT. Além disso, terá também a tecnologia start-stop e freios regenerativos.

Com o lançamento do GSC, a Mitsubishi abre suas portas para o mercado dos carros híbridos, próximo foco da montadora japonesa. Além disso, encerra a fabricação do Colt na Europa, modelo que, segundo a japonesa, não terá sucessor.

Genebra 2011: Toyota mostra Yaris HSD, versão híbrida do hatch popular

O popular da Toyota ganha versão HSD, assim como Prius e Auris

Este é o novo híbrido toyotista, o Yaris HSD
Cada vez mais interessada com o segmento dos automóveis verdes (não-poluentes), a Toyota revelou, no Salão de Genebra, o híbrido Yaris HSD Concept, uma prévia do modelo que será lançado na Europa no segundo semestre de 2012 e que segue as mesmas diretrizes do Prius e do Auris HSD (Corolla hatch, agora chamado de Auris).

As principais características aerodinâmicas do Yaris HSD são suas linhas marcantes e uma grande abertura de ar frontal. Além disso, o Yaris vem equipado com faróis de LED, spoiler traseiro, rodas de 18” e um dispositivo de painel solar, que abastece o sistema de ar-condicionado do veículo.

Apesar de a Toyota não ter divulgado as especificações do modelo, seguindo a linha do Prius e do Auris, espera-se que o Yaris HSD tenha motor de 100cv, 2l e quatro cilindros, além do motor elétrico, que desenvolve uma potência de 80cv e não emite CO2.

Thursday, March 3, 2011

Genebra 2011: Quem dera se nossa Kombi fosse assim

Em 2001, um projeto parceido com este "tentou" substituir a Kombi


Painel bem chamativo, é o  destaque da Bulli

Em 2001, a Volkswagen apresentou o carro-conceito Microbus (repare na foto do link ao lado, a Microbus é bem parceida com a Bulli), uma reinterpretação da clássica Kombi que infelizmente não passou de um mero concpt-car. Exatamente dez anos depois, a marca está disposta a se redimir com a New Bulli, que já desponta como séria candidata a estrela do Salão de Genebra.

O protótipo foi concebido para ser um veículo prático e espaçoso, mas preocupado com a sustentabilidade. Equipada com um motor elétrico que produz 85 kW (kiloWatts), a Bulli conta com assistência de uma bateria de íon com capacidade de armazenamento máxima de 40 kW. Tanta tecnologia se traduz em uma autonomia de 300 km com uma única carga. Segundo a VW, caso seja necessário recarregar, o processo leva menos de uma hora se realizado em postos de recarga especialmente projetados para carros elétricos.

O desempenho da Bulli também não decepciona. A fabricante informa que a van acelera de 0 a 100 km/h em pouco mais de 11 segundos e atinge a velocidade máxima de 140 km/h, limitados eletronicamente. A VW diz que o protótipo pode ser equipado com motores de pouca cilindrada e projetados para serem econômicos.

Quanto ao design, as referências à antiga Kombi estão por todos os lados. A lembrança mais marcante, no entanto, está na dianteira: trata-se do V que divide a pintura do carro em dois tons, que foi atualizado nesta nova versão.

Ainda que a Bulli não tenha alguns elementos clássicos que equipavam as primeiras Kombi, a equipe de Walter de Silva conseguiu projetar um veículo que combina a nostalgia do passado com as tendências do estilo Volks para o futuro. Uma solução criativa encontrada pelos designers é o desenho dos faróis de neblina: arredondados, eles lembram o formato dos faróis de sua ancestral.

De lado, o teto elevado com a parte acima da linha de cintura pintada de branco aproximam a Bulli da antiga Kombi. O mesmo acontece com as rodas de 18 polegadas, cujo desenho foi inspirado nas calotas cromadas da Volkswagen. O ar de veículo utilitário, no entanto, faz parte do passado. A Bulli ganhou status de minivan, principalmente pela ampla área envidraçada, que inclui até janelas de formato retilíneo nas colunas “C”.

A traseira segue o estilo minimalista que caracteriza o design alemão. As clássicas lanternas verticais (que cresceram de tamanho com o passar das gerações) foram trocadas por peças horizontais equipadas com LEDs. Os elementos retangulares, presentes na maioria dos lançamentos da marca, também marcam presença. O toque final é o nada discreto logotipo VW na tampa do porta-malas.

Por dentro, novamente o conceito de “menos é mais” dá as caras. O volante de apenas dois raios e o enorme velocímetro fazem o motorista voltar no tempo, tamanha a semelhança com a Kombi (ou T1, como chamavam os alemães). O banco também é interiço, oferecendo espaço para três ocupantes.

O lado futurista da Bulli aparece no console central, que possui um iPad que faz o papel de tela multifuncional. Além de contar com aplicativos que permitem acesso rápido à Internet e a uma vasta biblioteca de músicas e arquivos digitais, o tablet da Apple exibe funções como os sistemas de Bluetooth e navegação por satélite (GPS). Até os comandos de ventilação e ar-condicionado foram integrados ao iPad. O sistema de som, por sua vez, carrega um nome de respeito: ele foi projetado pela Fender, a fabricante de instrumentos musicais preferida de Jimi Hendrix.

Se você estranhou a falta de itens mais prosaicos, como o conta-giros e a alavanca de câmbio, a própria Volkswagen explica: enquanto o tacômetro é dispensável em automóveis equipados com motor elétrico, a manopla do câmbio foi trocada por um interruptor que liga o motor e seleciona as marchas que fazem o carro andar para frente ou para trás. Outro botão seletor controla o sistema de iluminação externa.

A modularidade é outra característica das minivans presente na Bulli. Os bancos da frente podem ser parcialmente rebatidos, enquanto que o banco traseiro é rebatível. Nesta configuração, a capacidade volumétrica do porta-malas salta para 1.600 l. Mas se a intenção é acomodar pessoas, não há problema: os bancos do veículo podem ser totalmente reclinados, como nas antigas Kombis, que já serviram de moradia sobre rodas para muitas famílias.

Wednesday, March 2, 2011

Genebra 2011: Minivan Renault "R-Space" arrasa em visual moderno

Modelo usa a nova identidade frontal da Renault

Com design ousado, O R-Space arrebenta em modernidade

Comparado com os carros de hoje em dia, o painel da R-Space parece mais "vazio"
A Renault foi uma das primeiras montadoras a investir nas minivans com a Espace, em 1984, que concorria com a Grand Caravan. Com tanta tradição neste segmento, os franceses apostam mais uma vez nas famílias com a R-Space, por enquanto apenas um carro-conceito, mas que pode inspirar futuros modelos.

Definido pela montadora como um “family vehicle sport”, o monovolume chama atenção pelo design moderno, notado em elementos como a grade proeminente, as portas com abertura “suicida” (em lados opostos) e as lanternas com LED. As rodas de 21 polegadas podem ser grandes demais para um carro voltado para o transporte familiar, mas são aceitáveis em um carro-conceito.

O interior é moderno e foge do lugar comum - literalmente. A parte da frente da cabine é arrojada, com traços futuristas típicos de um carro-conceito. O banco de trás, no entanto, é diferente de tudo que já se viu até hoje. Ou alguém está acostumado com um assento formado por 27 pequenos cubos que lembram presentinhos de Natal?

O motor que equipa a R-Space é um três cilindros de 900cc, que entrega 110 cv e torque máximo de 16,30 mkgf. Segundo a Renault, a minivan acelera de 0 a 100 km/h em 11 segundos e atinge a velocidade máxima de 200 km/h. Quando o assunto é economia de combustível, a R-Space não decepciona: o consumo médio de combustível é de 30 km/l.

Tuesday, March 1, 2011

Genebra 2011: Chevrolet mostra o lindaço Cruze na versão hatchback

O sucesso do Cruze Sedan nos EUA levou a Chevy à criar uma versão hatchback.

Modelo deve desembarcar no Brasil nos próximos meses.
O Cruze foi idealizado para ser um dos novos veículos globais da Chevrolet. Na esteira do sucesso do sedã, a GM apresenta o Cruze em sua versão hatchback, que será fabricado e vendido em vários paísess.

O carro é praticamente idêntico ao Cruze hatch conceitual, que foi exibido na última edição do Salão de Paris (2010). A ausência do porta-malas saliente não prejudicou tanto a capacidade de bagagem, que é de 396 litros, segundo a Chevy.

Na Europa, o Cruze hatchback se chamará HB5 (HB é sigla de hatchback) e terá duas opções de motorização a gasolina (1.6 16V com 125 cv e 1.8 16V com 140 cv), além de uma opção a diesel 2.0 VCD-i, que entrega 165 cv. O modelo já foi flagrado em testes no Brasil e deve ser lançado por aqui até o final do ano. Fontes dizem que a chegada do Cruze Hatch possa aposentar o Vectra GT (Vectra Hatch).

Monday, February 28, 2011

Genebra 2011: Murciélago? Não! Eu sou Aventador!

Este é o Aventador (oficial), o sucessor do Murciélago.

Huh! Design bem exótico.

O carro parece ser mais futurista que o irmão Reventón.


Este é o "tal" motor LP700-4
Existe um seleto grupo de carros que conseguem impressionar até quando estão parados. Este clã acaba de ganhar um novo membro, ele se chama Aventador LP700-4, que parece ter sido concebido para superar a Gallardo (the baby Lamborghini) em todos os quesitos.

Equipado com um motor 6.5 V12 de quase 700 cv, o Aventador tem um torque máximo de espantosos 70,40 mkgf. Os dados de desempenho comprovam o poder da nova máquina da Lamborghini: a aceleração de 0 a 100 km/h leva apenas 3 segundos e a velocidade máxima é de 350 km/h.

O LP700-4 pesa 1.575 quilos, em parte graças ao cockpit com estrutura feita de um polímero reforçado com fibra de carbono. Outro componente que merece destaque é a transmissão de sete velocidades, que garante trocas de marcha em apenas 50 milissegundos.

Como a aparência também conta pontos valiosos, a Lamborghini caprichou na hora de projetar seu novo touro. A dianteira lembra muito o conceito Reventón, com formas que remetem aos caças. Os faróis tem formato triangular e, na lateral, as vistosas tomadas de ar garantem a refrigeração do motor. Visto de trás, o Aventador impressiona pelas quatro ponteiras de escape agrupadas em uma única peça e também pelas lanternas com elementos em forma de um “Y” deitado.

O interior se destaca pela grande quantidade de comandos agrupados no console central. A cabine pode receber acabamento em dois tons, com couro Alcantara revestindo os bancos tipo concha e os painéis das portas. Os primeiros felizardos vão receber seus carros entre o fim do primeiro semestre e o início do segundo semestre. Na Europa, o Aventador tem um preço sugerido de 255 mil euros.

Confira também:
Lamborghini Aventador é revelado por revista croata.
Mais uma foto do novo touro da Lambo vaza na web.

Genebra 2011: FF, A Ferrari polêmica

Faróis da FF lembram a do esportivo 458 Italia.

“Se a Porsche lançou um SUV, nós também temos o direito de inovar”. Provavelmente foi este o pensamento da Ferrari ao desenvolver a FF (Ferrari Four), carro-conceito que deve causar polêmica no Salão de Genebra (do dia 3 a 13 de março).

O carro surpreende pela configuração um tanto esquisito entre os modelos da Ferrari. Trata-se de um cupê de quatro lugares, mas com formas que lembram um hatchback (ou até mesmo um crossover, SUV). Na Europa, esta configuração é chamada de shooting brake.

A -FF- foi desenhada pelo estúdio Pininfarina (muito conhecido em carros Ferrari) e herdou traços de outros veículos da marca, como a 458 Italia (faróis quase que idênticos). O carro é o primeiro equipado com tração integral nas quatro rodas, batizada de 4RM (pronúncia-se FourRáiMi, ou Four Rai Me). Segundo a empresa de Maranello, os engenheiros italianos projetaram a FF, que significa Ferrari Four, de modo a ter uma distribuição de peso praticamente ideal, com 53% do peso total sobre o eixo dianteiro.

O veículo é equipado com um motor 6.2 com injeção direta de combustível, que entrega 660 cv a quase 8000 rpm. De acordo com a Ferrari, a FF acelera de 0 a 100 km/h em quase 4 segundos. A velocidade máxima não foi divulgada pela Ferrari. O conceito conta ainda com a transmissão sequencial de sete velocidades, com trocas por meio de borboletas e tecnologia vinda das pistas de Formula 1.