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O raciocínio era que os compostos, únicos para todo o grid, desfavoreciam o estilo de pilotagem de Massa, ao passo que se adaptavam melhor à maneira de Fernando Alonso guiar - explicando, assim, a diferença de rendimento entre os dois.
Naturalmente, uma onda de otimismo assolou a nação com a notícia da troca de fornecedores. Principalmente após os primeiros testes com os Pirelli, logo após o GP de Abu Dhabi, em que Felipe relatou se sentir muito mais á vontade usando os novos pneus. Era a salvação.
Ainda é cedo para dizer se a mudança para a Pirelli beneficiou o brasileiro ou não. O fato é que o crédito pela pífia nona posição (que virou sétima, graças à desclassificação das Sauber) de Massa em Melbourne, semana passada, recaiu, vejam só, no desgaste excessivo dos pneus.
Com os Bridgestone, o problema costumava residir nas peças dianteiras. Desta vez, foram os traseiros que não mantiveram o desempenho até o fim e obrigaram o piloto a fazer mais um pit. Ao menos Massa ainda não tenta vender os Pirelli de rua em pleno horário nobre.
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